A História

Em 1559 o padre Dinamarquês Peter Clausson Frilis que viveu grande parte da sua vida na Noruega e que tinha grande interesse na Natureza dividiu o Lince em três classes. O Lince-Lobo, o Lince-Raposa e o Lince-Gato. Mais tarde descobriu-se que todos os Linces pertenciam à mesma classe, talvez aquilo a que Peter Frilis chamou de Lince-Gato fossem verdadeiros gatos dos bosques da Noruega. De facto existem grandes semelhanças entre os gatos dos bosques da Noruega e os linces Noruegueses. São ambos grandes com pernas longas, e com pêlos nas orelhas; ambos gostam de água existindo mesmo gatos que pescam nos rios e lagos.
As semelhanças entre os linces e os gatos dos bosques da Noruega levaram as pessoas, nomeadamente, os criadores a interessarem-se pelo gato dos bosques da Noruega. Este interesse intensificou-se a partir dos anos 30.
Em 1975 os criadores formaram o clube dos criadores dos gatos dos bosques da Noruega (NORSK SKOGKATTRING) para perservarem a raça. Em 1976 a raça foi oficialmente reconhecida pela F.I.Fe (Federação Internacional Felina).
Os gatos dos bosques da Noruega vivem ainda hoje como gatos selvagens nas florestas da Noruega, Suécia e Finlândia
A sua introdução no nosso país é recente, tendo o primeiro Bosques chegado a Portugal no Inverno de 1989. Foi o macho vermelho Torvmyras Oddy (importado pelo Gatil Railway's).
Alguns meses mais tarde, são importados dois machos e duas fêmeas, por Pia Grurup, que são avós e pais da maioria dos Bosques existentes no nosso país. Destes há a destacar Flatland's Copper Coin e a sua filha Afrodite's Greta Garbo, que foi a primeira gata nascida e criada em Portugal a sagrar-se Campeã da Europa.